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"Libertas et Dignitas"

- Famiglie nobile italiana -
Atestado pelo Archivio Storico Araldico de Firenze - Torino - Itália.

- História Cultural da Família desde a República Romana e Genealogia desde o Século XVIII -


"Nossa Motivação"

Às vezes, a vida parece um turbilhão.

Acordamos, corremos, lutamos, tentamos dar conta de tudo — mas no silêncio da noite, uma pergunta insiste em sussurrar:


“O que eu estou fazendo aqui?”

Essa é uma pergunta gigante que atravessa cada um de nós na busca de um entendimento do porquê a vida!

E para alcançar essa resposta é necessário ouvir as vozes que veem do passado que se somam as nossas.

Conhecer a história da família é mais do que saber nomes em uma árvore genealógica. É encontrar o eco das vidas que vieram antes de nós, que amaram, suaram, choraram, sonharam e ao final, silenciaram em cada dor guardada, em cada carta esquecida e em cada abraço que já partiu, em cada beijo que não foi dado.

Somos feitos de tudo isso e é por causa destas tantas vidas que estamos aqui.

 O vazio existencial dá lugar ao pertencimento e o medo se transforma em responsabilidade pois sentimos que não estamos sozinhos na curva da eternidade.

E então, viver passa a ser sobre honrar, construir e curar as dores que de longe vieram.

Viver não por vaidade nem por aplausos, mas sim porque há algo maior neste jogo da vida. É sobre transformar a vida em pontes  — e não apenas em portos.

Estamos numa eterna construção e saber de onde viemos é mais do que um gesto de curiosidade — é um ato de sabedoria.

Conhecer a história da nossa própria família nos conecta a uma linhagem de escolhas, lutas, afetos e silêncios que nos moldaram o que somos hoje.

Cada nome, cada fotografia amarelada, cada lembrança contada ao redor da mesa da família, carrega em si um pedaço da estrada que nos trouxeram até aqui.

A memória familiar é uma raiz profunda: quanto mais conhecemos as nossas origens mais força temos para crescer, compreender os valores, entender os erros, os traumas e certificar os triunfos das gerações anteriores que nos dá não apenas um sentido de pertencimento, de irmandade.

Nossos antepassados e nós mesmos formamos uma rede de causas e efeitos que  ecoam na eternidade, nenhuma vida começa do zero — ela é uma história em andamento.

Quando sabemos de onde viemos, nos tornamos mais aptos a decidir para onde vamos. Quando regredimos ao tempo longínquo também temos o profundo entendimento que todo passado é um entrelaçamento de pessoas testemunhando que somos todos irmãos uns dos outros mesmo quando temos sobrenomes diferentes.

Viver em função apenas de si mesmo pode parecer liberdade, mas é uma prisão disfarçada de escolha.

Quando nos reconhecemos como parte de uma história coletiva — familiar, social, humana — passamos a construir não apenas para o agora, mas para o longo futuro que ainda virá, assim cada passo deixa de ser solitário e se transforma em legado não pelo que amealhamos no seu curso, mas pelo que deixamos aos outros quando aqui não mais estivermos.

Agradecemos a toda humanidade por estarmos juntos neste caminho!




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